O terreno adquirido pela entidade mantenedora, por R$ 20 mil, fica numa área de 100 mil metros quadrados
São Mateus – O primeiro grande passo para desafogar o Hospital Maternidade foi dado. A instituição comprou um terreno de 100 mil metros no bairro Litorâneo. O custo do investimento foi de R$ 20 mil, financiado em 36 vezes pela Caixa Econômica Federal. Um valor pequeno para o diretor e a entidade mantenedora do Hospital. “Nós não podíamos perder a oportunidade de comprar essa área, mesmo sem saber quando iremos construir”, destacou o diretor administrativo do Maternidade, Flávio Marconsini.
De acordo com o diretor, não há verba para dar início as obras e por isso não há previsão de quando o município poderá contar com uma nova estrutura do hospital. “Nós conseguimos a escritura na semana passada. Agora é buscar parcerias junto ao município, estado e no setor privado, para que a gente consiga, no menor espaço de tempo possível, atender melhor a população que necessita dos nossos serviços”.
O presidente da Casa Nossa Senhora Aparecida, Mantenedora do Hospital, Sr Pedro Gasparine participou de uma Sessão da Câmara Municipal, acompanhado do diretor administrativo, e destacou durante o discurso que por diversas vezes esteve no setor de cadastro imobiliário da prefeitura, em busca de uma área que o município pudesse fazer a doação, mas não encontrou. “O prefeito já havia sinalizado positivamente para uma doação, mas o município não dispõe de área que atendesse as necessidades do hospital, por isso quando surgiu a oportunidade de comprar o terreno no Litorâneo, não hesitamos em fazer a aquisição”, ressaltou Pedro Gasparine.
O presidente da Mantenedora não descartou a possibilidade, de que, caso o município disponibilize uma terreno mais próximo ao Centro da cidade, o Hospital construa nessa área.
Existe pressa, por parte da direção, para que uma nova sede seja construída, já que o atual prédio não atende mais a demanda do município. Para Flávio, nada mais nada mais atende a necessidade, falta até estacionamento e todos acabam sofrendo com a falta de estrutura.
Sede atual
O diretor administrativo do Maternidade, Flávio Marconsini, afirmou que, caso seja construída a nova sede, ainda não se tem uma definição do que será feito com o prédio atual. “A sede pertence a União, mas a Mantenedora pode dar um outro destino, já que o prédio está bem localizado”.




